Amor e sacrifício

“Em nossa próxima vida” traz viagem no tempo, guerras, amor e sacrifício.

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Não costumo destacar sinopses de livros nas resenhas, mas acho que é uma necessidade nesse caso. Então lá vai:

“Katherine e Matthew não são um casal comum. Por trás do amor dos dois estão muitas e muitas vidas, repetidas século após século. A cada vez que renascem, a presença deles muda a história para melhor, e embora a paixão entre os dois seja sempre avassaladora, a tragédia também os segue, não importa a época.

Em linhas temporais que vão do século XVIII a um futuro próximo, não tão diferente do nosso presente, Katherine e Matthew sempre se veem sacrificando suas vidas para salvar o mundo. Mas por que eles continuam voltando? Em uma jornada contra o tempo e o destino, Katherine e Matthew precisam desvendar os mistérios que envolvem seu amor antes que seja tarde demais.”

Não, não tem nada a ver com “Fallen” e não é daqueles romances arrastados e cheios de “eu te amo mais”. “Em nossa próxima vida”(HarperCollins Brasil), o tempo presente de Katherine e Matthew é o nosso futuro. A história-chave se passa a poucas décadas de hoje, mas com uma organização econômica-política-social bem diferente. E isso tem uma causa que é intimamente ligada aos passados (no plural) do nosso casal protagonista.

Conforme a versão “atual” de Katherine e Matthew descobrem as “coincidências” de terem parentes tão parecidos com eles, o leitor embarca nessa aventura. Em uma época, Kat era aristocrata e Matt um empregado. Em outra, ele era um jornalista e ela, uma mulher disfarçada. Mas em todas não somente estavam envolvidos romanticamente, como também ligados a grandes eventos que poderiam mudar o mundo. E geralmente suas vidas eram tiradas para evitar um grande estrago mundial.

Até a história engrenar, é um pouquinho confuso ler “Em Nossa Próxima”. Ele explora as épocas utilizando elementos como cartas, diários, recortes de jornal e artigos de internet e isso é muito legal! Mas a sensação que tive no início foi a de ler um roteiro. As vezes parecia que estava vendo as cenas que minha mente criou com base em pedacinhos de papel e de evidências. E é exatamente isso que os protagonistas acabam fazendo! Ou seja, ler “Em nossa próxima vida” é quase uma experiência de estar literalmente vivenciando ele. Estranho, mas ao passar de 1/3 do livro você vai entender o que quero dizer.

Até porque essa sensação vai mudando conforme as peças vão se encaixando. Ele mescla romance com ciência e história de uma forma profunda o suficiente para cativar, mas superficial o suficiente para o leitor não desistir no meio.

Dicona para quem curte viagem no tempo e romance. Embarque em “Em nossa próxima vida”, porque esse é o primeiro livro e a viagem está só começando!

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