As Primeiras Aventuras de Arsène Lupin o Ladrão de Casaca

Arsène Lupin é o ladrão mais charmoso da literatura.

Os clássicos da Zahar tem uma espécie de ímã que me leva a comprar todos, “As Primeiras Aventuras de Arsène Lupin, o ladrão de casaca” veio parar na minha estante pelo simples motivo de ter saído na coleção. Ficou rolando na estante Tsundoku por um tempo até que o pegasse e não conseguisse mais largar.

Maurice Leblanc criou o mais inteligente de todos os ladrões, Arsène Lupin, e suas aventuras, seus assaltos espetaculares e todo os seu cavalheirismo criaram uma aura de super herói ao redor do personagem. Pense em Lupin como uma versão  fora da lei de Sherlock Holmes, alias, Leblanc tentou fazer Holmes o arqui inimigo de Lupin, Conan Doyle não gostou nem um pouco da ideia e assim surgiu Herlock Sholmes. Não estou de sacanagem, Leblanc usa o nome Herlock Sholmes como um investigador inglês respeitado que tenta pegar Lupin, é claro, que Sholmes não consegue.

Nas Primeiras Aventuras temos nove histórias de Lupin, todas ótimas. Pense em uma versão literária de “Onze Homens e um Segredo”, nada é o que parece, os roubos são incríveis, acontecem mesmo quando ele está preso e ele só está preso porque quer. Para falar a verdade a primeira referencia que me veio a cabeça foi “Golpe de Mestre” (acho que estou precisando assistir mais filmes do Robert Radford). Todas as histórias são interessantes, com destaque para “O Colar da Rainha” que conta um pouco do passado de Lupin, mas o que dá mesmo vontade de buscar mais histórias de Lupin é o quase romance com Miss Nelly.

Arsène Lupin é desses livros que pode-se ir degustando aos poucos, se divertindo com os casos, tentando entender como tudo ocorreu. É um policial cheio de charme e inocência, uma delicia de ler.

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