Mindhunter – 2ª Temporada

A segunda temporada de “Mindhunter” sofre da síndrome das continuações, ou seja, tem tudo para ser ótimo, mas parece só pavimentar o caminho para a próxima parte.

São nove episódios em que se consolida a dinâmica entre os três personagens principais, Holden, Bill e Wendy. O primeiro é o instintivo, o que acredita e tenta sempre ir além dos limites; Bill é o competente que coloca ordem na casa e Wendy é a estrutura da nova unidade, quem embasa tudo o que é feito. Nessa temporada era para que essas bases fossem abaladas, funciona melhor com o Bill e, em certa medida, com Wendy, mas fica tudo no meio do caminho.

Pegaram um assassino dos mais famosos, Charles Manson, para ser a grande entrevista e perfil que eles fariam. As cenas com Manson são interessantes mas ficam aquém de tudo o que eles já mostraram na primeira temporada. As habilidades de Holden continuam ótimas, mas são ofuscadas por Jim.

Essa segunda temporada é mais fraca do que a primeira e mesmo assim não consegui parar de ver. Ela termina sem um fechamento e sem explicar uma série de coisas o que me leva a crer que a terceira temporada, ainda não anunciada, é uma certeza. Aguardo as respostas deixadas pelo meio do caminho, mais interação entre Holden, Bill e Wendy e, principalmente, parar de ter medo do pequeno Brian.

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