Ó, o Globo!

Biscoito Globo é dessas iguarias que fazem parte da memória de todo carioca que algum dia foi a praia, ao Maracanã ou cruzou a Baía de Guanabara de barca. É uma das pequenas coisas que fazem parte da identidade de uma cidade. É com isso em mente que Ana Beatriz Manier escreveu “Ó, o Globo!” para contar a história desse biscoito que faz parte das lembranças de tantos de nós.

Durante as Olimpíadas Rio 2016 o New York Times criou uma treta com os cariocas ao dizer que a culinária da cidade era tão insossa como o biscoito Globo. Os cariocas se revoltaram não com o teor completo da reportagem e sim contra o ataque ao biscoito. Foi nesse cenário que eu e um amigo, enquanto comíamos um saquinho do salgado, que o biscoito Globo não é, nem entre os biscoitos e polvilho, o melhor, mas é, sem dúvida, o que carrega mais memória afetiva e esse é seu grande atrativo. É com esse conceito em mente, o do carinho pelo produto, que o livro vai contando toda a sua trajetória, desde sua criação em São Paulo, sua chegada ao Rio e sua estratégia de venda que acabou tornando-o o mais querido de todos.

Adorei saber como o biscoito chegou ao Rio e como a venda por ambulantes foi sempre a força motriz do sucesso. A leitura é rápida, simples e conta bem a história da família que comanda a produção dos biscoitos desde que eles chegaram em terras fluminenses. É dessas leituras perfeitas para levar para a praia e ler acompanhada de um mate de galão e um saquinho do Globo.

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