Para Onde Vai o Amor?

para onde vai o amorNão sou uma grande leitora de crônicas e mesmo assim tão logo recebemos o livro do Fabrício Carpinejar “Para Onde Vai o Amor?”(Bertrand Brasil, 2015) mergulhei na leitura. Foi um ótimo mergulho.

Conheço muito pouco da obra do Carpinejar, li coisas aqui e ali, mas nada muito substancial que tenha feito com que eu possa dizer que conheço a sua escrita. A leitura desse livro foi a minha primeira real experiência com o trabalho do escritor. As crônicas, todas de amor, formam um todo sobre relacionamentos, separação, convivência e, para minha alegria, recheou ainda mais o meu caderninho de frases.

O livro é pequeno, menos de 200 páginas, é desses que se lê em uma sentada. Tenho que dizer que não apreciei a leitura como deveria. Tenho TOC com leituras inacabadas e acho que crônicas devem ser lidas aos poucos, algo como um respiro entre leituras, uma pequena degustação que limpa o palato para o mergulho em algo novo. Li tudo em uma sentada e no final já me faltava fôlego para apreciar como deveria. Erro meu, nada a ver com a qualidade do que li.

O panorama dos aspectos do amor formado por Carpinejar em suas crônicas é ótimo, abrange a dor de cotovelo, a paixão, o cotidiano e, na minha crônica preferida, “Se Você Encontrou”, fala sobre o milagre de achar um amor. É um livro para se ter na cabeceira da cama e degustar com calma.

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