O ano em que disse sim

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Shonda Rhimes é uma amiga constante há mais de uma década. “Grey’s Anatomy”, “Private Practive”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder” fazem parte da minha ração semanal de séries e foi com esse espirito de quem há anos ouve as palavras de Shonda na boca de tantos atores que peguei seu livro “O Ano em que disse sim”.

Sabia que era um livro com o espirito de auto ajuda e que esse tipo de livro não é lá muito comigo, mas é a Shonda, gosto do que ela escreve e resolvi dar uma chance. A idéia básica é que ela era uma pessoa tímida e retraída que não tinha vontade alguma de sair de casa e que, depois de uma fala da irmã, resolveu se lançar o desafio de aceitar mais desafios. É o processo de transformação dela durante esses 18 meses que ela descreve.

A primeira coisa que me causou estranhamento foi ler em português expressões que fazem parte do meu vocabulário em inglês por causa de Shonda, White hat, gladiator tem muito mais impacto para uma fã das series de Shondaland do que gladiadores e chapéu branco. Tenho duvidas se essas referencias funcionam para alguém que nunca vi um episódio escrito por Shonda e isso pode ser um problema para o livro, não é um problema para mim, só foi estranho ler em português e ter q traduzir para o inglês para que fizesse mais sentido.

O relato é divertido e com um ritmo familiar, parece um off de Grey’s Anatomy ou um discurso de Olivia Pope. Tem os ótimos discursos que ela fez nesse período, destaque para o da homenagem que recebe como uma das mulheres poderosas de Hollywood. Há vários bons momentos no livro, algumas lições, momentos de identificação. O problema aqui é muito mais a leitora aqui do que o que está escrito. Livros de auto ajuda começam a me irritar no meio do caminho e foi isso o que aconteceu aqui também, mesmo que o texto de Shonda seja ótimo e divertido, ler lições de como melhorar a sua vida me irritam.

Li “Li o Ano em Que disse sim” em duas sentadas, o ritmo de escrita de Shonda é familiar, 12 temporadas acompanhando Grey’s Anatomy faz isso com uma pessoa, é fácil de acompanha, é bem humorado, só não é para mim. Acredito que quem curte Shonda ou de auto ajuda vai curtir.

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