Crianças do Éden

Recebi um exemplar de “Crianças do Éden” (Joey Graceffa, tradução de  Glenda D’ Oliveira. Galera Record) para o Clube do Livro e, embora distopia pós apocalíptica meio sci-fi não seja o meu tipo de leitura, li para poder comentar e sortear no Clube. Essa resenha será curtinha, mas pode conter dicas de spoilers (mas não eles em si).

“Crianças do Éden” se passa no futuro, quando os seres humanos já detonaram o planeta todo e uma colônia humana (daí o nome Éden) está sobrevivendo com recursos muito limitados enquanto uma tecnologia de nome estranho está trabalhando para tentar salvar o resto do planeta. Como os recursos são para lá de limitados, casais só podem ter um filho, condenando à morte automaticamente qualquer criança que nascer na sequência. Claro que nossa protagonista é uma segunda filha, pois seus pais tiveram gêmeos. Enquanto seu irmão Ash vive feliz e contente, Rowan é confinada em casa, estudando tudo que pode encontrar e fazendo exercícios. Fora isso, ela vive pelo que o seu irmão conta dos amigos, da garota que gosta e do mundo lá fora. Mas é CLARO que Rowan vai se aventurar e sair de casa, né? Porque garotas de 16 anos que protagonizam distopias sempre vão desafiar o sistema! E é aí que a aventura começa.

Embora seja um bom livro de estreia do YouTuber e celebridade Joey Graceffa, não é um livro incrível! A chamada na capa “Como sobreviver quando a sua existência é ilegal?” diz muito sobre o enredo do livro, mas também é uma metáfora para os preconceitos que vivemos hoje em dia. Afinal, como fica a vida de um ser humano sem direitos, né?

Fora essa metáfora e todo o tema de sustentabilidade, o livro é padrão no que distopias YA prometem: aquele triângulo amoroso, uma resistência (que é legal, mas se contar mais é spoiler), uma protagonista que é a exceção da regra e quer mudar o mundo, etc. Nada que já não vimos antes. Ah, sim, e é o livro 1 de uma trilogia.

Então, “Crianças do Éden” não é o meu tipo de leitura, mas para quem esta começando agora na escrita (é o primeiro livro de ficção do autor), ele não desaponta. Mas também não encanta.

Já leram? Se sim, conta aí o que acharam nos comentários! Mas sem spoilers!

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