Dia Internacional do Livro Infantil

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Livro infantil para mim tem sempre significa afeto. O meu afeto por eles, as lembranças de quando tinha dificuldade de juntar as letras, de entender o que estava lendo e o afeto de ter tido acesso a esses mundo encantados que me abriram tantas portas, portas infinitas que continuo encontrando em abrindo até hoje.

O livro infantil e, no meu caso, as obras de Ruth Rocha e Ana Maria Machado, foram o berço da minha paixão pelos livros. Eram elas e suas histórias que me levavam a livraria, que me faziam passar horas com Mico Maneco e seus amigos ou com Reizinhos. Esse primeiro contato com as palavras em páginas despertaram em mim um vontade insaciável de ler sempre mais, de querer estar sempre entre livros, de achar que um biblioteca é a representação terrena do paraíso.

O mais interessante é que meu contato com as letras não foi dos mais fáceis, tive uma alfabetização meio capenga que me causa problemas até hoje, só não é pior porque li e leio muito. Essa leitura começou quando meus pais me faziam ler em voz alta a coleção do Mico Maneco todos os dias, eram algumas páginas e eu demorei um tempo até ler e entender o lido, e esse exercício criou em mim o inicio de um hábito de leitura. Foi nesse inicio claudicante que comecei a ter uma relação de amor pelo livro e que só fez crescer até hoje.

Foram esse livros sem lombada, com desenhos grandes, histórias de fácil entendimento que me tornaram leitora. São livros que tive o prazer de revisitar ao longo dos anos e descobrir que aquelas historias não eram tão simples assim, que falavam de muito mais do que reinos encantados, viagens fantásticas ou animais na floresta. Viva o livro infantil e seus autores!

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